Tuesday, September 27, 2011
O começo de uma nova era
Wednesday, September 7, 2011
Tolerância zero
Wednesday, August 17, 2011
Opção
É aí que a gente tem que decidir se procura a cura, ou não. Se toma o remédio ou fica com a pulga atrás da orelha.
Não tomar é inércia. Tomar quase sempre tem efeitos colaterais. Previsíveis ou não.
Pode fazer bem ou mal. E pode até viciar. Aí acaba a opção.
Wednesday, August 3, 2011
Realizando o sonho da casa própria!
É bem curiosa a sensação de ser dona de uma parte(zinha) do planeta terra. Aquele pedaço agora é meu e do Lucas e ninguém tasca. O engraçado é pensar como pode isso, alguém ser dono de um pedaço do planeta. Quem foi que disse?
Onde vamos morar provavelmente era um gramado, um deserto ou uma floresta há muitos e muitos anos atras. Um belo dia alguém decidiu que era dono dali e entrou em guerra com outro alguém que tinha decidido a mesma coisa. O vencedor colocou uma cerca e pronto, começou a divisão de terra. Depois dai essa terra deve ter sido trocada por algumas moedas de ouro, cabeças de gado, especiarias, até finalmente valer muitos e muitos dólares em 2007, e menos dólares ontem, quando compramos. No momento, quem diz que a terra é nossa é um papelzinho registrado no cartório que por alguma razão que eu não vou questionar, todo mundo acredita que é a verdade absoluta.
Como resultado de vários acontecimentos históricos, o homem se organizou na sociedade atual onde as pessoas precisam ser donas das coisas. Conforme escrevi no post "Community or crowd", bens comunitários tendem a decadência. Imagina se a história da humanidade fosse diferente, e as pessoas não curtissem ser proprietárias de nada, se fosse muito mais divertido dividir tudo e saber que quando se precisasse de algo, qualquer coisa, estaria disponível. Pra isso acontecer a história e o comportamento humano teriam que ter sido bem diferentes. O capitalismo não poderia existir, as pessoas não poderiam ser tão ambiciosas e teriam que pensar no coletivo ao invés do individual. Não sei se seria melhor ou pior, mas realmente seria outro mundo...
Enfim, enquanto estamos aqui nesse ano de 2011, nesse planeta Terra e nesse pais Estados Unidos, estou muito feliz de exercer minha individualidade e comprar meu pedaço por aqui.
Ontem fomos lá pegar as chaves e tomar uma champanhota pra comemorar. Agora aguardamos as visitias!!!
bjs

Saturday, July 23, 2011
Why Amy?
Mais um grande talento, um presente pra humanidade que nos deixa rápido demais. Tanta arte por ser feita interrompida de maneira tão triste. Uma perda e sensação de que tanto ficou por fazer.
Fico pensando como ela devia ser infeliz e angustiada pra emburacar desse jeito. Se todos nós estávamos vendo onde tanto auto-abuso ia dar, ela também tava. A diferença é que só ela podia fazer algo a respeito. E não conseguiu.
Bom, espero que ela descanse em paz e finalmente encontre, onde quer que ela esteja, o sossego e harmonia que ela nunca teve por aqui.
RIP Amy!
Tuesday, July 19, 2011
O Braca é aqui!
Wednesday, July 6, 2011
A tipica historia da grama mais verde do vizinho
Eu tenho crise existencial. Não sempre, mas volta e meia ela me assombra e causa estrago. Aquelas duvidas que ficam mascaradas pela correria e prazeres e que quando a gente menos espera resolvem mostrar a cara, aparecendo sem aviso ou possibilidade de devolução. Tem uma me perturbando agora mesmo…
Mês passado teve um mega evento do Google, uma conferencia com mais de 3000 funcionários. Foram três dias de palestras, demonstrações de produtos novos, debates…e muito social. Um evento incrível, mas realmente MUITO social. Os participantes variavam do CEO a secretaria. Todos aqueles diretores bam-bam-bams que sempre se ouve falar estavam lá. O que significa uma oportunidade pra nós, simples mortais, mas também um dilema interno de como aproveitar essas chances únicas pra ser notado. No mundo corporativo (assim como em muitos outros mundos), não basta fazer direito, tem que ser notado.
Quem me conhece bem sabe que posso ficar horas a fio de papo se o assunto estiver interessante, mas não me coloca pra jogar conversa fora com estranho, ou fazer small talk ou networking como eles dizem aqui nos EUA. Falar sobre o clima, o jogo de futebol ou planos para a noite com pessoas que eu mal conheço não é o meu forte. Perdi a conta de quantas vezes fiz e respondi as mesmas perguntas pra dezenas de pessoas nesse três dias, e pra ser honesta, não sei repetir a resposta de uma só delas.
Em diversos debates que assisti e até cursos que já fiz sobre networking aprendi que teoricamente basta estar realmente presente em cada conversa pra que ela se desenvolva, supere a fase "small" e fique interessante. Mas pra mim isso é um desafio e tanto especialmente num ambiente corporativo, com pessoas que eu mal conheço e ainda por cima em inglês. Ao final de três dias eu estava simplesmente exausta de tanto me esforçar pra ser social, e frustrada por tanto esforço e nem tanto sucesso.
Aí veio a nuvem negra. Será que eu nasci pra isso? Tem gente que nasceu pra ser notado, que adora jogar conversa fora e sempre faz a multidão gargalhar. Tem outras gentes, como eu, que são gente mais ouvinte, que gosta de ir fazendo as coisas aos poucos e ser reconhecido pelo trabalho final. O ideal é um pouco de cada eu admito, mas até que ponto vale a pena forçar a barra pra alcançar esse ideal? Será que os ouvintes tem vez nesse mundo business-politico.
Não se assustem! Essa não e a primeira e, provavelmente, nem a última vez que a tal crise existencial marca presença. E por um lado é bom pra me manter atenta a minha felicidade e reconhecer que é tão difícil mudar por que a situação atual tem muitos prós. Já quase joguei tudo pro alto pra estudar teatro, pra fazer produção de cinema, pra ser professora, mas apesar da empolgacão inicial, a crise passa e as insatisfações ficam soterradas e abafadas pela felicidade das conquistas.
Pra falar a verdade não sei nem se tem essa tal de profissão certa ou se é uma questão de parar de pensar que a grama do vizinho é mais verde e aproveitar o que nossa realidade tem de bom.
Mas enquanto eu não descubro, vou aproveitando a abundância de informação e tecnologia pra aprender sobre outras coisas que acho interessante e experimentar aos poucos. Esse blog mesmo e um experimento, que sabe encontro meu jardim ideal.
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